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Série: Código de Ética do Yôgin – 1 – Ahimsa

O Código de Ética do Yôgin foi elaborado pelo educador DeRose, inspirado no Yôga Sútra de Pátañjali.

Introdução

Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.

I. AHIMSA

  • A primeira norma ética milenar do Yôga é o ahimsa, a não agressão. Deve ser entendido lato sensu.
  • O ser humano não deve agredir gratuitamente outro ser humano, nem os animais, nem a natureza em geral;
  • Não deve agredir fisicamente, nem por palavras, atitudes ou pensamentos.
  • Permitir que se perpetre uma agressão, podendo impedi-la e não o fazendo, é acumpliciar-se no mesmo ato.
  • Derramar o sangue dos animais ou inflingir-lhes sofrimento para alimentar-se de suas carnes mortas constitui barbárie indigna de uma pessoa sensível.
  • Ouvir uma acusação ou difamação e não advogar em defesa do acusado indefeso por ausência constitui confissão de conivência.
  • Mais grave é a agressão por palavras, atitudes ou pensamentos cometida contra um outro praticante de Yôga.
  • Inescusável é dirigir tal conduta contra um professor de Yôga.
  • Sumamente condenável seria se um procedimento hostil fosse perpetrado por um professor contra um de seus pares.

Preceito moderador:

A observância de ahimsa não deve induzir à passividade. O yôgin não pode ser passivo. Deve defender energicamente os seus direitos e aquilo em que acredita.

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