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	<title>Filosofia Prática! &#187; Filosofia Prática</title>
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	<description>Um blog sobre força, poder e energia</description>
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		<title>O que o DeRose Festival 2010, em Florianópolis, diz sobre o Método DeRose</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 06:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Prática]]></category>
		<category><![CDATA[método derose]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste fim de semana participamos, seiscentos praticantes do Método DeRose, do DeRose Festival 2010. Foi em um hotel de Florianópolis, Santa Catarina. A primeira evidência de que algo diferente acontecia ali, logo que chegamos: um outro evento estava terminando e os hóspedes que o integravam faziam o check out ao mesmo tempo em que deveríamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste fim de semana participamos, seiscentos praticantes do Método DeRose, do DeRose Festival 2010. Foi em um hotel de Florianópolis, Santa Catarina.</p>
<p>A primeira evidência de que algo diferente acontecia ali, logo que chegamos: um outro evento estava terminando e os hóspedes que o integravam faziam o <em>check out</em> ao mesmo tempo em que deveríamos fazer o <em>check in</em> e, depois de tudo resolvido, ao final da tarde, os funcionários do hotel registraram que nenhum dos que fazia parte do grupo que chegava reclamou sobre nada ou foi protagonista de algum ato que causasse tumulto no ambiente já bastante agitado da recepção.</p>
<p>Não que isso fosse uma atitude passiva. Ao contrário: apenas fomos cuidar das coisas realmente importantes. Quem, depois de uma longa viagem, não conseguiu o quarto a que previamente fizera reserva deixou sua bagagem nos aposentos de algum colega mais afortunado e foi para a abertura do evento.</p>
<p>Ao final da abertura, as coisas já estavam mais fáceis e, graças à atitude conjunta de mais de meio milhar de praticantes (não posso deixar de incluir uma exclamação neste ap<strong>ô</strong>sto!), os recepcionistas e gerentes puderam nos atender com atenção e dignidade.</p>
<p>Isso é surpreendente para quem vê de fora, mas só mostra que o Método DeRose não é somente algo que se pratica dentro de uma sala isolada ou um conjunto de conceitos que está unicamente em livros. São as técnicas, das salas de aula, e os conceitos, dos livros, aplicados: colocados à prova em situações reais.</p>
<p>O que alguns julgariam como um milagre  &#8211; uma multidão abrindo mão temporariamente de seus &#8220;direitos de consumidor&#8221; para abraçar permanentemente seus Direitos à Humanidade ou a <strong>algo além  -</strong>, é simplesmente a aplicação dessa urdidura de técnicas e conceitos. Um tecido vivo que tornou aquele hotel, naqueles três dias, um epicentro de civilidade superlativa.</p>
<p>Por isso, considero que a melhor maneira de conhecer o Método DeRose é observar como seus praticantes se comportam, como eles são, convivendo com eles. As técnicas são lindas, poderosas, fortes mas constituem apenas um dos aspectos disso tudo. Se você vê apenas isso, está olhando para o dedo que aponta as estrelas. E apenas para uma parte pequena do dedo.</p>
<p>Fiz fotografias durante o festival inteiro e estou quase certo de não ter registrado nenhum rosto que não portasse um sorriso. Cada sorriso, uma onda de choque, transmissora dessa mensagem.</p>
<p>Se fosse possível fazer o caminho de volta, do ponto de onde a mensagem chega para de onde ela partiu, suponho que seria algo similar ao conto A Aproximação a Almotásin, do modo como escrevi há algum tempo, sem publicar, no entanto. Publico agora:</p>
<blockquote><p>Existe um conto de Jorge Luis Borges chamado A Aproximação a Almotásim. Nele, o escritor argentino fala sobre um  livro que conta as aventuras de um estudante que procura um homem  chamado Almotásim, como sugere o título da narrativa.</p>
<p>Embora não saiba onde esse ser humano está &#8211; ou mesmo se existe -,  o homem o procura nos tênues reflexos de coisas boas deixadas naqueles que dele  estiveram próximos. E percebe que, quanto mais perto está de seu  objetivo, mais fortes &#8211; e, portanto, menos tênues &#8211; são as evidências daquela proximidade.</p>
<p>Até que, ao  final, o encontra.</p>
<p>A maior parte de nós conhece DeRose primeiro dessa forma. Através  das pessoas que dele estiveram ou dele estão próximas, fisica e  geograficamente e também por compartilhar ideais. Afinal, certos tipos de proximidade não conhecem fronteiras nem no espaço nem no tempo.</p>
<p>Talvez justamente por consideração a todos os amigos que fiz desde  então, esses reflexos humanos &#8211; não tênues, mas solares -, a primeira vez em que me aproximei pessoalmente do DeRose,  alguém com tantas pessoas valorosas e por mim admiradas em torno de si,  eu o fiz com certa reserva, a mesma com que nos aproximamos daqueles a quem respeitamos muito.</p>
<p>Assim, a coisa que mais me chamou a atenção nessa ocasião quando cordial e timidamente estendi a mão para cumprimentá-lo: ele  imediatamente abriu os braços e um sorriso e disse algo como: &#8220;Vem cá!&#8221;.</p>
<p>E deu-me um forte abraço como aquele que damos apenas nos velhos  camaradas.</p>
<p>Desde então não perco uma oportunidade &#8211; permitida pela gentileza e respeito ao espaço alheio &#8211; de compartilhar um abraço com um amigo, qualquer que seja, antes mesmo de apertar-lhe a mão.</p></blockquote>
<p>As coisas mais legais da vida, não poucas vezes, não se transmitem por palavras mas por gestos. Durante o festival recebi muitos abraços, de amigos, de gente que conhecia e até de muitas pessoas que ainda nem conhecia e que certamente virei a conhecer melhor. Todos esses abraços são também portadores dessa mensagem de algo que aspira ir muito além do que hoje já somos.</p>
<p>Tal foi o que me disse o DeRose Festival 2010 sobre o Método DeRose. Disse-me outras coisas mais, mas aí, talvez, eu me alongasse demais para um artigo só.</p>
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		<title>Comece com coisas pequenas</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 10:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Prática]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo que encontrei no blog de Natalia Sanmartin Gil sobre como começar novos e bons hábitos: Es muy fácil intentar establecer demasiadas nuevas rutinas a la vez. Puede que funcione una semana pero después todo cae y el fracaso suele ser muy duro. Yo lo sé por propia experiencia intentando establecer nuevos hábitos y fracasando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo que encontrei no blog de Natalia Sanmartin Gil sobre como começar novos e bons hábitos:</p>
<blockquote><p><em>Es muy fácil intentar establecer demasiadas nuevas rutinas a la vez. Puede que funcione una semana pero después todo cae y el fracaso suele ser muy duro. Yo lo sé por propia experiencia intentando establecer nuevos hábitos y fracasando completamente.</em></p>
<p><em>El truco es empezar con algo muy pequeño.</em></p></blockquote>
<p>Leia o artigo completo em <a href="http://www.habitosvitales.com/2009/04/16/como-establecer-nuevos-habitos-y-rutinas/">Como establecer nuevos hábitos y rutinas</a></p>
<p>via <a href="http://www.habitosvitales.com/2009/04/16/como-establecer-nuevos-habitos-y-rutinas/">Natália Sanmartin Gil</a></p>
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		<title>Disciplina, foco, persistência e constância</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 09:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
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		<category><![CDATA[constância]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto de Tatiana Marcondes sobre a necessidade da persistência, do foco, da disciplina e da constância para que se possa realizar algo durante a vida: Somos muito impacientes, ansiosos e imediatistas. O mundo pede hoje resultados rápidos, e assim lidamos com nossas vidas. Por esta ansiedade em demasia, nossas ações se dão por espasmos. Podemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto de Tatiana Marcondes sobre a necessidade da persistência, do foco, da disciplina e da constância para que se possa realizar algo durante a vida:</p>
<blockquote><p><em>Somos muito impacientes, ansiosos e imediatistas. O mundo pede hoje resultados rápidos, e assim lidamos com nossas vidas. Por esta ansiedade em demasia, nossas ações se dão por espasmos. Podemos até começar a construir algo belo, mas não damos tempo para vermos nossa obra-prima concretizada.</em></p></blockquote>
<p>Leia o artigo completo em <a href="http://maisyoga.wordpress.com/2009/10/18/como-realizar-o-que-se-quer/">Como realizar o que se quer « + YÔGA</a>.</p>
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		<title>Você é o responsável</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 17:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
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		<category><![CDATA[destino]]></category>
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		<description><![CDATA[Um artigo sobre assumir responsabilidades. Cito um trecho: Não culpe Deus, nem o diabo, nem a sorte. Você é o único responsável pela sua vida, seu destino e seu sucesso. Mas se alguém, deploravelmente, pensa que seu destino está traçado no Plano Divino ou escrito nas estrelas, então que atire-se em suas próprias cordas esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um artigo sobre assumir responsabilidades. Cito um trecho:</p>
<blockquote><p>Não culpe Deus, nem o diabo, nem a sorte. Você é o único responsável pela sua vida, seu destino e seu sucesso. Mas se alguém, deploravelmente, pensa que seu destino está traçado no Plano Divino ou escrito nas estrelas, então que atire-se em suas próprias cordas esta triste marionete</p></blockquote>
<p>Leia tudo no <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/a-culpa-e-de-ninguem-voce-e-o-responsavel/">Blog de Alexandre Montagna | A culpa é de ninguém! Você é o responsável.</a>.</p>
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		<title>Agir com integridade é o agir de quem se sente integrado</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 22:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Leia a entrevista dada pelo DeRose ao jornalista português António Mateus e dê uma olhada, em especial, nesta resposta ainda no começo dela: Quando as sociedades dos nossos dias não têm um perfil nem de indivíduo nem de sociedade em si, a sua cultura pode ser a proposta que falta. Esse indivíduo, obviamente diferente, mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leia a <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/entrevista-do-derose-realizada-com-o-jornalista-antonio-mateus/">entrevista dada pelo DeRose ao jornalista português António Mateus</a> e dê uma olhada, em especial, nesta resposta ainda no começo dela:</p>
<blockquote><p><em>Quando as sociedades dos nossos dias não têm um perfil nem de indivíduo nem de sociedade em si, a sua cultura pode ser a proposta que falta. Esse indivíduo, obviamente diferente, mais lúcido, mais consciente, que impacto real é que ele tem na sociedade? Em que ele pode fazer a diferença? </em></p>
<p>Quando a pessoa tem mais lucidez, a primeira coisa que ocorre é que ela vai exercer melhor o seu trabalho, a sua posição na família, o seu engajamento em qualquer ideal, seja ele político, humanitário, filantrópico, artístico, seja lá qual for. <strong>E, além do mais, ele se sente integrado. Porque quando o indivíduo ainda não tem uma consciência plena, ele acha que o mundo se divide entre eu e os outros</strong>. No momento em que a consciência se expande, ele percebe que não existe essa coisa de eu e os outros. Somos todos uma só coisa, estamos todos interligados, não apenas dentro da espécie humana, mas entre todas as espécies e com o próprio planeta, com o próprio cosmos. E esse estado de consciência expandida é alcançável. Mas, normalmente, quando a pessoa menciona a sua pretensão, a sua intenção de conseguir tal estado de consciência, uma outra pessoa que não imagine o que é isso, que não tenha lido a respeito, que não tenha estudado, que não tenha se esclarecido, pode supor um ideal inalcançável, pode supor uma fantasia. Acontece que muita gente já logrou esse estado de consciência. Então é realidade. (<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/entrevista-do-derose-realizada-com-o-jornalista-antonio-mateus/">leia a íntegra da entrevista transcrita</a>)</p></blockquote>
<p>Que a maioria de nós ainda não atingiu esse estado de consciência expandida a ponto de perceber plenamente que o mundo não se divide em aqui dentro e lá fora, disso não há dúvida.</p>
<p>Mas muitos de nós &#8211; talvez você que me lê agora &#8211; ao menos intui isso. Ou ainda que não tenha tal <em>insight</em>: racionalmente pode-se, aqui e ali, pescar um ou outro ponto dessa união entre as pessoas, seres vivos e todo o Universo. Emocionalmente também sente-se isso.</p>
<p>Custa nada agir como se já tivéssemos essa vivência em sua plenitude, como se já soubéssemos em absoluto desse estado de integração.</p>
<p>Agir dessa forma, adotando determinados comportamentos e culturas, talvez também seja um caminho para a tal consciência expandida.</p>
<p>Agir como se já estivesse totalmente consciente de sua integração. Não são à toa expressões tais como &#8220;aquele sujeito é íntegro&#8221; ou &#8220;aquela lá tem integridade&#8221;. As palavras e seus sentidos ocultos, por vezes, dizem coisas que às vezes não ouvimos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O trabalho enobrece ou desenobrece o homem? Depende</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 14:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Prática]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma mesma palavra pode designar duas coisas diferentes. Essa palavra &#8211; por se encaixar em objetos distintos e por esses objetos serem, ainda assim, tão semelhantes &#8211; pode ser manipulada em seu significado, ora auxiliando um ora outro senhor, como o Arlequim, servidor de dois patrões, personagem de Carlo Goldoni, na Commedia dell&#8217;Arte. A palavra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mesma palavra pode designar duas coisas diferentes.</p>
<p>Essa palavra &#8211; por se encaixar em objetos distintos e por esses objetos serem, ainda assim, tão semelhantes &#8211; pode ser manipulada em seu significado, ora auxiliando um ora outro senhor, como o Arlequim, servidor de dois patrões, personagem de Carlo Goldoni, na Commedia dell&#8217;Arte.</p>
<p>A palavra <strong>trabalho</strong>, por exemplo.</p>
<p>Não há dúvida de que o que estou fazendo agora ao escrever esse texto é um trabalho, sob certo ponto de vista. Sob diversos.<img title="Mais..." src="http://recuperandosecreto.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<p>Sob <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trabalho">o ponto de vista da física</a>, por exemplo: é uma medida da energia transferida pela aplicação de uma força ao longo de um deslocamento. É o que acontece quando digito.</p>
<p>Sob o ponto de vista social, estou trabalhando: exercendo uma atividade produtiva e criativa.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.break.com/index/office-worker-goes-absolutely-insane.html">Veja o vídeo de um empregado de escritório russo surtando</a></li>
</ul>
<p>Mas, embora eu neste instante trabalhe, definitivamente não estou empregado. Na verdade, bastou que eu ficasse pouco mais de um mês desempregado para que eu decidisse nunca mais procurar um emprego. Se eu tiver sorte, sequer serei encontrado por um emprego. Se for hábil, saberei me esquivar ainda que um emprego adulto e faminto me encontre.</p>
<p>O emprego existe. É uma realidade. Para a maior parte das pessoas, ser <strong>empregado</strong> é a única solução. A sociedade se organizou dessa forma e acredito que seja difícil que se organize de outra maneira de uma hora para outra. Ou mesmo de um século para o outro.</p>
<p>Mas existem outras possibilidades?</p>
<p>Claro. Considerar algo improvável não significa considerar esse algo impossível. Talvez essas possibilidades não sejam viáveis atualmente ou coletivamente. Talvez funcionem apenas individualmente. Talvez apenas num futuro distante. Mas é interessante fazer um exercício de imaginação, visto que a sociedade organizada em torno do trabalho-emprego não funciona muito bem.</p>
<p>Existem teóricos &#8211; obviamente considerados radicais &#8211; para quem capitalismo e comunismo são farinha do mesmo saco por se organizarem de uma forma ou de outra em torno do trabalho, de sua exploração ou de sua <strong>suposta </strong>não exploração.</p>
<p>Gostaria de expor pelo menos um deles, não por que concordo em absoluto, mas para mostrar que é possível pensar diferente.</p>
<p>O<a href="http://www.geocities.com/projetoperiferia6/abolicao.htm"> manifesto A Abolição do Trabalho, de Bob Black (leia na íntegra)</a>, começa assim:</p>
<blockquote><p>Nunca ninguém deveria trabalhar.</p>
<p>O trabalho é a gênese de grande parte da miséria do mundo, é causa de muito do mal que acontece. Somos obrigados a viver sob o seu desígnio. Para acabar com o sofrimento, temos que parar de trabalhar.</p>
<p>Isto não significa que tenhamos que desistir de fazer coisas. Mas sim provocar uma revolução jocosa, uma nova onda de vida baseada no divertimento. Por divertimento entenda-se festividade, criação facultativa, convívio. O divertimento não é passivo, é muito mais do que o jogo das crianças.</p></blockquote>
<p>Não consigo lembrar quem me disse isso, mas acho muito correto: para uma criança, nada mais sério do que uma brincadeira. <a href="http://criatividadeaplicada.com/">Crianças produzem trabalho criativo em muito maior volume que qualquer adulto</a>. Para corrigir essa distorção, naturalmente, existe o ensino, o privado e o público. A diferença entre um e outro é que em um você paga para castrar o cérebro das crianças e no outro o serviço é feito gratuitamente e às vezes sem anestesia.</p>
<p>Um sintoma de que você talvez esteja encarando o trabalho com um significado diferente do usual seja a seguinte situação. Alguém pergunta o que você faz. Um amigo meu, por exemplo, dizia: &#8220;Sou regente de coral&#8221;. E a pessoa responde.</p>
<p>- Certo. Mas trabalha com quê?</p>
<p>Essa resposta pode ser sintoma de que você já está vibrando em uma frequência diferente daquela da pessoa que lhe fez a pergunta no que diz respeito ao significado da palavra trabalho.</p>
<p>Trabalho para ela é algo diferente daquilo que é para você. Talvez você esteja errado. Talvez deva dar outro nome para a coisa. Talvez ela não consiga entender que você passa a vida a&#8230; se divertir?</p>
<p>Na sua forma mais brutal e, para a maioria das pessoas, a palavra trabalho está ligada a outro substantivo: sofrimento.</p>
<p>Mas vamos em frente. Eis mais um trecho de A Abolição do Trabalho:</p>
<blockquote><p>Todos os ideólogos que defendem o trabalho são estranhamente relutantes em confessar que o fazem em seu próprio benefício. Sempre preocupados com o salário, as horas, as condições de trabalho, a exploração, a produtividade, a rentabilidade, estão dispostos a falar, mas sobre o trabalho. Estes <strong>peritos que se oferecem para pensar por nós</strong> raramente partilham as suas consusões sobre o trabalho, projectando-nos assim a vida. Até lançam larachas uns aos outros sobre particularidades. Sindicatos e administrações embora hesitantes sobre o preço, concordam que temos que <strong>vender o tempo da nossa vida</strong> em troca da <strong>sobrevivência</strong>.<strong><br />
</strong></p></blockquote>
<p>Atualmente prefiro desempenhar um trabalho gratuitamente (no meu sentido da palavra) a vender meu tempo de uma maneira contratualmente justa.</p>
<p>O emprego, de fato, é um contrato. Você concordou com algo ao assinar esse contrato, mas isso não quer dizer que você estava pleno de sua razão ao fazer isso. Apenas fez o que todo mundo costuma fazer. E todos estão plenos de razão? Olhe para as ruas, olhe para as pessoas, para as vitrines, para a publicidade e programas na tevê e responda com sinceridade. Todos estão <strong>DE FATO</strong> plenos de razão?</p>
<blockquote><p>Quem afirmar que estas pessoas são livres está a mentir ou é estúpido. Tu és aquilo que fazes. Se fazes coisas chatas, estúpidas ou monótonas, acabarás chato, estúpido e monótono. A existente rastejante «cretinização» é revelada pelo trabalho mais do que, inclusive, pelo triste mecanismo da televisão e da educação.</p></blockquote>
<p>Cada vez que ouço alguma instituição de ensino proclamar &#8211; para idades cada vez mais tenras &#8211; que prepara para o mercado, morro um pouco.</p>
<p>O texto de Bob Black segue propondo soluções para o problema. Soluções que, a meu ver, são utópicas, pelo menos para o nosso atual grau de inteligência social. É certo que não viveremos para ver o fim do trabalho e do emprego como os conhecemos. Isso certamente irá demorar e talvez nem aconteça.</p>
<p>Enquanto isso, minha mãe telefona a pedir para que eu faça o concurso que uma grande estatal acabou de lançar. Só para garantir.</p>
<p>Você sabe. Mãe é mãe.</p>
<p><strong>Leia mais</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.geocities.com/projetoperiferia6/contrabalho.htm">Manifesto Contra o Trabalho &#8211; Grupo Krisis</a></li>
<li><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/o-paradigma-do-emprego/">O Paradima do Emprego, no Blog do DeRose</a></li>
</ul>
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		<title>A força da gratidão</title>
		<link>http://eupraticoyoga.com/a-forca-da-gratidao/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 17:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Prática]]></category>
		<category><![CDATA[ady ashtanga sádhana]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[pújá]]></category>

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		<description><![CDATA[Um posicionamento de gratidão perante as coisas torna a vida uma experiência ainda melhor. Mais do que pedir, o sujeito deve aprender a agradecer. Uma das técnicas do Yôga Antigo é o pújá. Na ády ashtánga sádhana &#8211; pratica para iniciantes dividida em oito partes -, o pújá é o segundo anga ou parte. Antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um posicionamento de gratidão perante as coisas torna a vida uma experiência ainda melhor. Mais do que pedir, o sujeito deve aprender a agradecer.</p>
<p>Uma das <strong>técnicas</strong> do Yôga Antigo é o <strong>pújá</strong>.</p>
<p>Na ády ashtánga sádhana &#8211; pratica para iniciantes dividida em oito partes -, o pújá é o segundo anga ou parte.</p>
<p>Antes mesmo de receber os conhecimentos, o praticante agradece ao local da prática, ao seu instrutor, ao mestre do instrutor e ao homem que criou o Yôga, que convencionou-se chamar de Shiva, dentre outros nomes.</p>
<p>No livro A Força da Gratidão, de Sérgio Santos, encontramos o seguinte trecho:</p>
<blockquote><p>O pújá em si é algo espontâneo, um comportamento inato e instintivo de gratidão, reverência e lealdade. Encontra-se presente no âmago de cada ser humano e remonta a tempos imemoriais de todos os lugares do planeta.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Para exemplificar, classificamos como pújá: uma criança oferecendo espontaneamente uma maçã à sua professora antes da aula; um estudante homenageando os pais ao concluir a faculdade; um soldado honrando o seu País ao hastear a bandeira; um discípulo reverenciando e defendendo o seu Mestre e a sua linhagem, entre outros. Para ser defignado como pújá, é preciso haver um sentido hierarquicamente ascendente: parte do aluno ao professor, do filho aos pais, do devoto à divindade, do discípulo ao Mestre. Jamais o contrário.</p></blockquote>
<p>Mais à frente, Sérgio Santos nos diz:</p>
<blockquote><p>O historiador Miercéa Elíade, em seu livro Yôga, Imortalidade e Liberdade, refere-se ao pújá como uma tradição dravídica e pré-dravídica. O Mestre Shivánanda, em sua obra Tantra Yôga, Náda Yôga, Kriyá Yôga, demonstra que o ato de reverência é genuinamente tântrico. Portanto, ela já existia na Índia há mais de 3.500 anos.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>A força arrebatadora do pújá é universal e está registrada no coração dos seres humanos desde sempre. A nossa presente tendência naturalista significa o regorno do homem contemporâneo às suas origens.</p></blockquote>
<p>Curioso que, quando fugimos de nossa natureza, nossas tendências mais intrincadas, tendemos a ser menos felizes do que podemos. Um bom motivo para praticar o pújá em todas as suas variedades. Se é que a gratidão, em si, já não é uma boa razão.</p>
<p>Talvez, seja uma boa falar, mais adiante, sobre a ação desinteressada.</p>
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		<title>Série: Código de Ética do Yôgin &#8211; 1 &#8211; Ahimsa</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Prática]]></category>
		<category><![CDATA[ahimsa]]></category>
		<category><![CDATA[código de ética]]></category>
		<category><![CDATA[derose]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[patáñjali]]></category>
		<category><![CDATA[yôga sútra]]></category>

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		<description><![CDATA[O Código de Ética do Yôgin foi elaborado pelo educador DeRose, inspirado no Yôga Sútra de Pátañjali. Introdução Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi. I. AHIMSA A primeira norma ética milenar do Yôga é o ahimsa, a não agressão. Deve ser entendido lato sensu. O ser humano não deve agredir gratuitamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Código de Ética do Yôgin foi elaborado pelo <a href="http://uni-yoga.org/blogdoderose">educador DeRose</a>, inspirado no Yôga Sútra de Pátañjali.</p>
<h3>Introdução</h3>
<p>Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.</p>
<p><strong>I. AHIMSA</strong></p>
<ul>
<li>A primeira norma ética milenar do Yôga é o ahimsa, a não agressão. Deve ser entendido <em>lato sensu</em>.</li>
<li>O ser humano não deve agredir gratuitamente outro ser humano, nem os animais, nem a natureza em geral;</li>
<li>Não deve agredir fisicamente, nem por palavras, atitudes ou pensamentos.</li>
<li>Permitir que se perpetre uma agressão, podendo impedi-la e não o fazendo, é acumpliciar-se no mesmo ato.</li>
<li>Derramar o sangue dos animais ou inflingir-lhes sofrimento para alimentar-se de suas carnes mortas constitui barbárie indigna de uma pessoa sensível.</li>
<li>Ouvir uma acusação ou difamação e não advogar em defesa do acusado indefeso por ausência constitui confissão de conivência.</li>
<li>Mais grave é a agressão por palavras, atitudes ou pensamentos cometida contra um outro praticante de Yôga.</li>
<li>Inescusável é dirigir tal conduta contra um professor de Yôga.</li>
<li>Sumamente condenável seria se um procedimento hostil fosse perpetrado por um professor contra um de seus pares.</li>
</ul>
<p><strong>Preceito moderador:</strong></p>
<p>A observância de <strong>ahimsa</strong> não deve induzir à passividade. O yôgin não pode ser passivo. Deve defender energicamente os seus direitos e aquilo em que acredita.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como pratico ásanas</title>
		<link>http://eupraticoyoga.com/como-pratico-asanas/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 14:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Prática]]></category>
		<category><![CDATA[ásana]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Prática Básica de SwáSthya Yôga (baixe aqui), chama-me a atenção o seguinte trecho: Lembre-se de que o nosso método de exercícios biológicos deve ser sempre agradável. Qualquer desconforto, dor, aceleração cardíaca ou transpiração em excesso são avisos do nosso organismo para que sejamos mais moderados. Estes exercícios não devem cansar e sim recarregar nossas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Prática Básica de SwáSthya Yôga (<a title="Download grátis da prática básica de SwáSthya Yôga" href="http://www.uni-yoga.org.br/downloads.php">baixe aqui</a>), chama-me a atenção o seguinte trecho:</p>
<blockquote><p>Lembre-se de que o nosso método de exercícios biológicos deve ser sempre agradável. Qualquer <strong>desconforto</strong>, dor, aceleração cardíaca ou transpiração em excesso são avisos do nosso organismo para que sejamos mais moderados. Estes exercícios não devem cansar e sim recarregar nossas baterias.</p></blockquote>
<ul>
<li><a href="http://www.casadoyoga.com.br/yoga_praticar_asanas.html">Leia o trecho integral de ásanas da Prática Básica</a></li>
</ul>
<p>A definição de ásana, um dos oito feixes de técnicas do SwáSthya Yôga, é: qualquer posição desde que firme e agradável.</p>
<p>Isso remete a estabilidade e a conforto. E também a estética. Afinal, suponho que agradável também inclua agradável aos olhos.</p>
<p>Quando eu era um praticante muito inexperiente chegava ao máximo da posição logo no início da permanência (o método que eu pratico enfatiza a permanência e exclui a repetição). Se a permanência fosse longa, rapidamente a posição ficava desconfortável. Em vez de me fazer sentir prazer, fazia-me sentir desconforto.</p>
<p>E não tem jeito. <strong>Se não é confortável não é ásana</strong>. <strong>Se não é estável, também não</strong>. Isso não quer dizer, por outro lado, que você não deva buscar o aumento de seus limites de maneira orgânica, constante e disciplinada.</p>
<p>A certo momento, DeRose, que gravou a prática, diz:</p>
<blockquote><p>Conquanto possa forçar um pouco, jamais leve ao extremo de resistência. Após a prática você deve estar se sentindo melhor, mais dinâmico, mais leve e bem disposto do que antes de iniciá-la.</p></blockquote>
<p>Assim, hoje, primeiro busco ficar um tempo muito maior em uma posição menos avançada, na fase passiva do ásana. Só então passo à fase ativa exigindo um pouco mais, para, durante breves segundos, chegar ao limite e, finalmente, passar a outra posição.</p>
<p>Note como isso se parece com um espreguiçamento. Faz muito sentido, uma vez que o Yôga que pratico é naturalista.</p>
<p>Note também que eu não usei a designação técnica que remete à amplitude ou dificuldade dos ásanas: sukha, rája, ardha e máhá. Nem sempre a sua amplitude mínima e máxima corresponderão à amplitude e dificuldade codificada de cada ásana. A filosofia que pratico respeita a individualidade de cada praticante.</p>
<p>Se o seu instrutor costuma fazer um anga ásana puxado, busque acompanhar dentro do possível, mas lembre-se sempre da definição de ásana e respeite os seus corpos físico, energético e demais veículos.</p>
<p>O instrutor está cumprindo o papel de orientá-lo e impulsioná-lo no SwáSthya Yôga, porém entenderá perfeitamente e ficará feliz ao saber que você está conhecendo a si mesmo e à essência do ásana: firme, confortável, estável, estético, agradável em todos os sentidos.</p>
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		<title>Dicas para um dia de trabalho</title>
		<link>http://eupraticoyoga.com/dicas-para-um-dia-de-trabalho/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 15:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Prática]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Você encontra no Tratado de Yôga, de DeRose, as seguintes dicas para um bom dia de trabalho: Não deixe nada para depois. Quando tiver uma idéia, escreva. Ande sempre com um livro, papel e caneta. Não tome cafezinhos. Um yôgin consegue cativar as pessoas e dar-se bem com todo o mundo, até com o colega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você encontra no Tratado de Yôga, de <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/">DeRose</a>, as seguintes dicas para um bom dia de trabalho:</p>
<ol>
<li>Não deixe nada para depois. Quando tiver uma idéia, escreva. Ande sempre com um livro, papel e caneta. Não tome cafezinhos.</li>
<li>Um yôgin consegue cativar as pessoas e dar-se bem com todo o mundo, até com o colega invejoso e mal-educado. O truque é: cordialidade distante.</li>
<li>Ajude os outros. Não seja egoísta. Todos notam. Uma pessoa prestativa não está sendo boba nem explorada. Está colecionando créditos junto à comunidade.</li>
<li>No meio do expediente, recarregue suas baterias fazendo exercícios respiratórios discretos enquanto trabalha. Sente-se sempre com as costas eretas. Mantenha o bom humor. Sorria para todos.</li>
<li>No almoço, coma pouco. Assim, você evita a sonolência e a queda de produtividade do segundo turno.</li>
<li>Chegue mais cedo e saia mais tarde. Não cumpra horário mínimo. Quem faz isso é subalterno. Seus superiores percebem (mesmo quando parecem não perceber) e, na primeira oportunidade, seu valor será reconhecido.</li>
</ol>
<p>Estes trechos foram retirados do capítulo Práticas Para o Dia-a-Dia e estão na página 611.</p>
<p>Ainda que você seja um empregado e, assim, não seja dono de seu tempo e nem independente do ponto de vista do trabalho, tudo pode mudar quando sua postura diante desse fato é diferente.</p>
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