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Companhia SwáSthya de Artes Cênicas: coreografias do Yôga

Um dos aspectos mais marcantes do Yôga são as posições corporais, os ásanas. E, neles, destacam-se as seqüências coreográficas, que são a terceira característica do SwáSthya Yôga.

As seqüências coreográficas estão não só nos ásanas, mas presentes durante toda a prática, em suas oito partes.

Não é propriamente uma dança ou um balé, mas lembra muito.

Os movimentos se desdobram como se a técnica seguinte saísse de dentro da anterior.

Esse conceito de execução foi resgatado na década de 1950 pelo professor DeRose.

Não à toa, Shiva, o criador do Yôga, era um bailarino.

Outra evidência da ancestralidade desse tipo de execução das técnicas do Yôga Antigo é o Surya Namaskar, um rudimento muito antigo dessa modalidade de prática.

Aqui em Curitiba, a instrutora Laura Ferro coordena a Companhia SwáSthya de Artes Cênicas, grupo que dá uma roupagem cênica às já famosas coreografias.

Confira no vídeo abaixo:

Em uma entrevista, Laura Ferro explica por que o público não tem como confundir um espetáculo de coreografias de SwáSthya Yôga com um espetáculo de dança.

O Grupo formado por vocês inova na forma de apresentação. Um público leigo poderá confundir com um espetáculo de dança, ballet e até mesmo com circo moderno. Como vocês trabalham para quebrar essa imagem e levar a mensagem da Cia.?

Por enquanto, não temos tido dificuldade. A nossa estética é muito característica. Através dos ásanas, isso fica bem definido. Utilizamos movimentação lenta, sem repetição. Temos mudrás, mantras e outros recursos que nos distancia de outras modalidades de expressão corporal.

De qualquer forma, antes de cada apresentação, damos uma breve introdução explicativa, para que o público leigo fique mais informado sobre nosso trabalho.

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