Quer fazer uma tatuagem em sânscrito?
Quer fazer uma tatuagem em sânscrito ou, melhor, em caracteres devanágari?
Ao que parece a língua antiga da Índia está na moda.
Mas um dos grandes problemas desse tipo de tatuagem é encontrar uma boa tradução – o termo transliteração se aplica melhor -, e alguém que não faça você escrever bugalhos quando queria ter escrito alhos.
Tatuagem é coisa séria e, embora possa ser retirada cirurgicamente, não dá pra brincar com isso.
Recomendo que você procure o blog sobre SwáSthya Yôga do Marco Carvalho.
Ele tem sido um estudioso dessa língua nos últimos anos e é o tipo de sujeito responsável a ponto de dizer “não sei” quando realmente não sabe algo. Ou seja, não vai oferecer alhos quando você quer bugalhos.
O artigo sobre termos em sânscrito para tatuagem dele fez tanto sucesso que ele já fez uma versão em inglês para expandir seus horizontes.
Para transliterar ou transformar os sons de uma língua, a portuguesa por exemplo, nos caracteres devanágari – um trabalho relativamente simples para quem domina a tarefa – ele não cobra nada.
A tradução propriamente dita, porém, tem um custo. Verifique com o Marco.
23/8/2010 8 comentários
Como comecei a praticar o Método DeRose
Eu ainda era editor do caderno de cultura de um modesto jornal curitibano no final do ano 2000.
O mundo, para decepção de alguns, não havia acabado com a suposta chegada do milênio, enquanto outros mais informados sobre as particularidades do calendário gregoriano aguardavam que acabasse com o ano novo, quando 2001 trouxesse o novo milênio de fato dali a alguns meses.
Um dia, quando eu cuidava de meus afazeres jornalísticos, apareceu na redação um de meus colegas de faculdade. Imaginei que ele se tornara assessor de imprensa. Realmente, o que o levava até a minha mesa era a divulgação de um evento.
Mas ele não havia seguido a carreira jornalística ou uma de suas afins. Agora ele era instrutor de yôga e avisava-me da inauguração de uma escola. Na verdade, tratava-se de uma das unidades do Método DeRose em Curitiba. Na época, porém, eu nem sabia o que era isso.
Tanto que recomendei a ele alguma outra editoria para fazer a divulgação, como a de esportes, por exemplo, já que eu julgava se tratar de uma atividade física.
Ele precisou explicar-me diversos detalhes que, na época, passaram batidos. Mas de um jeito ou de outro fez-me entender que aquilo era uma urdidura de técnicas e conceitos e envolvia muito mais que tão somente atividades físicas. Era uma cultura, por assim dizer. Portanto, era adequado que a notícia saísse no caderno de cultura.
Pois bem. Publiquei a nota sobre a inauguração daquela que hoje é a Unidade Alto da XV, sob direção do professor Rogério Brant, hoje um grande amigo. Confesso que não compareci ao evento. Não dei importância.
A garota com quem eu namorava naquela época, então, começou a se queixar de dores nas costas. Foi aí que lembrei da tal unidade. Levei-a até lá e, embora Rogério tenha me explicado que a o que eles ensinavam ali não tem o objetivo de aliviar dores nas costas ou curar qualquer doença – ainda que eventualmente possa ter esse benefício colateral -, nós dois nos matriculamos.
Realmente, por algum motivo, ela que tinha incômodos na coluna deixou a prática depois de alguns meses – ainda que muito provavelmente se sentindo melhor – e eu, que nunca tive reclamações realmente importantes pesando sobre minhas vértebras ou qualquer outra parte do corpo, permaneci. A verdade é que aos poucos fui descobrindo que as técnicas ali ensinadas eram algo que dificilmente uma pessoa doente pudesse praticar (embora, em tese, os conceitos estejam ao alcance de todos ou quase todos).
Isto foi por volta de 2001. Desde lá muita coisa aconteceu.
Sejam todos bem-vindos.
16/8/2010 6 comentários
Eu já fui um empregado
Eu já fui um empregado.
Se eu tiver um pouco de sorte e depender dos meus atuais esforços jamais voltarei a ser.
Na verdade, é interessante a existência da palavra desempregado: como se a condição de empregado fizesse parte da natureza humana e, assim, fosse necessário designar com uma palavra única a condição daquele que está sem emprego.
Como se fosse possível existir o termo desescravizado, por exemplo.
Mas eu fui desses que tive mais sorte que juízo e fui demitido. Se não tivesse sido demitido, talvez jamais saísse de onde estava.
E, melhor, em uma situação em que não precisei atirar-me desesperado novamente à situação similar à anterior, quem sabe pior. Quem sabe, mais à frente eu tomasse juízo e pedisse demissão. Jamais saberei.
Enfim, gostaria de compartilhar com você um trecho de texto sobre o tema que encontrei:
Um amigo pergunta: “O que o seu filho faz?” e o pai tem que responder : “Ele é um empregado”. Numa situação assim embaraçosa, é normal que esse genitor justifique: “Mas ele está muito bem. É uma carreira de futuro. Uma grande empresa.” ( Com sorte e se trabalhar direito , dentro de vinte anos ele poderá estar ganhando bem, se não for despedido antes .)
Quando escuto isso sinto como se o pai de um escravo no Império Romano estivesse respondendo: ” Meu filho é escravo. Mas ele está muito bem. Trabalha para um rico senhor, muito conceituado.”
E se o filho ou filha encontra um caminho melhor , instala-se em casa um clima de tragédia e tortura psicológica. Mas os pais não querem justamente o bem dos seus filhos?
Querem. Contudo, são condicionados pelo Sistema e acham honestamente que o melhor é ser empregado.
- Veja o texto completo no site O Novo Executivo: tentei linkar diretamente para o texto, cuja chamada você encontra um pouco mais abaixo, na página, mas não consegui. Me parece que o sistema de links está com problemas ou coisa assim
9/8/2010 3 comentários
Dicas e outras coisas legais de 27.7.2010 a 3.8.2010
- Liderando a geração Y – O mundo, agora, é deles? Como fazer com que eles aproveitem toda essa energia?
- Meditação aumenta a capacidade de atenção – Caramba. Eles precisaram de CIENTINSTAS para descobrir isso?!
- Cantinho Vegetariano: Pão Orgânico – Receita de pão que leva zero animal
- Pudim de Pão Com Leite Condensado – Receita deliciosa
- Pessoas com mais estudo lidam melhor com demência – Claro. O sistema de ensino as faz se acostumar melhor com o conceito todo
3/8/2010 Sem comentários
Dicas e outras coisas legais de 5.7.2010 a 26.7.2010
- Combustível do feijão com arroz – Até os motoristas muitas vezes são motoristas por falta de opção. Ou, na opinião da estudante de história da USP, Talita Noguchi, por falta de hábito. Há dois anos ela resolveu encostar o carro na casa da mãe e decidiu que a bicicleta seria seu meio de transporte. Desde então, diz que usou o carro apenas quatro vezes, que sua licença venceu e que não pretende renová-la.
- Como lidar com a decepção – Reduza as expectativas
- Raio X da TV Estadão com DeRose – Se a entrevista que DeRose concedeu a Antonio Mateus em Portugal foi a mais esclarecedora de todas sobre o Método DeRose, este Raio X da TV Estadão é a mais esclarecedora de todas sobre o Sistematizador do Nosso Método
- Receita fácil de sorvete de banana – Em inglês
- as moças e os maridos das moças – Somos uma espécie neurótica
- Para quê brigar?! – Nunca resolve
25/7/2010 Sem comentários